Leishmaniose Canina: Como proteger seu pet do avanço da doença

 

 

A leishmaniose canina é uma grave zoonose que avança sobre as áreas urbanas. Transmitida pela picada do mosquito-palha, a doença atinge cães e humanos, e, com o registro de 14 novos casos em São Paulo em 2025, a prevenção se tornou mais importante do que nunca. Os cães são os principais reservatórios da doença no ciclo urbano, tornando a proteção deles indispensável para a saúde pública.

Sinais e sintomas da leishmaniose em cães

Muitas vezes, a leishmaniose canina é silenciosa e pode demorar até dois anos para apresentar sinais. Por isso, é fundamental estar atento a sintomas como:

Falhas no pelo (alopecia), descamações e feridas de difícil cicatrização.

Crescimento anormal das unhas (onicogrifose).

Aumento dos gânglios (linfonodos).

Úlceras na pele, principalmente ao redor dos olhos e nas orelhas.

O diagnóstico da leishmaniose é feito por meio de exames específicos e o acompanhamento de um médico-veterinário, que atua no diagnóstico precoce e na orientação sobre as melhores medidas de prevenção.

Estratégias de prevenção para a leishmaniose

A melhor forma de proteção é a dupla defesa, que combina duas estratégias eficazes:

Uso de produtos repelentes: Coleiras e produtos tópicos ajudam a afastar o mosquito-palha, principal vetor da doença.

Não arrisque a saúde do seu pet e da sua família. Mantenha o check-up e a proteção contra parasitas em dia. Se suspeitar de qualquer sintoma, procure a ajuda de um Médico Veterinário.

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